Dia 42 - Mês dos namorados - Parte 1 - Well begun is half done!!

...
Eu disse:
- Eu te amo, talvez isso o ajude...
Houve o silêncio, e eu disse:
- Well...não tenho mais nada a dizer...
Ele disse:
- Tudo está muito dito, não é?
- É – respondi.
- Então tá – ele disse.
- Então tá – eu disse.
- Beijos, tchau! – eu disse.
- Beijos, tchau! – ele disse.
Ligação encerrada.
Então me dei conta da espera, do tempo, das palavras e de tudo que dissemos um ao outro no dia anterior, me dei conta do que não tinha acontecido, ainda, e de tudo que “combinado” irá acontecer...
- Combinado...como assim? – pensei.
Depois pensei de novo, e de novo e...senti medo.
- Medo...como assim? Não deveria ter medo – pensei.
- Mas...como assim? Não há “certeza”...e toda possível mudança gera medo – pensei de novo.
Li em um slide que recebi do “meu amor”, assim me permitiu chamá-lo, que dizia que “sempre há uma nova chance”, um “novo amor”...entendo, tudo que é renovado é um novo “novo” – pensei.
Li em outro slide que falava sobre a “Lei da Atração” e afirmava que nós atraímos o que queremos e o que não queremos.
É...atrai o que não queria...a meses lido com uma situação que não quero em prol de uma situação que quero – pensei.
Silêncio...
Fiquei sem graça...porque senti que naquela ligação em específico não havia o que dizer, porquê?
As promessas já foram ditas, as situações explicadas, as desavenças expressadas, a angústia estampada, a esperança “doída” sobrevivi, tudo está explicadinho, dito, escrito e registrado, então...não falta nada, nem a espera, essa já tem sobrando, mas espera ai!!!
Cadê eu e você? – errado, isso também já tem.
Cadê nós? – espera ai! Hoje não. Amanhã.
- Então tá – ele disse.
- Então tá – eu disse.
- Beijos, tchau! – eu disse.
- Beijos, tchau! – ele disse.
Monólogo encerrado.
Eu disse:
- Eu te amo, talvez isso o ajude...
Houve o silêncio, e eu disse:
- Well...não tenho mais nada a dizer...
Ele disse:
- Tudo está muito dito, não é?
- É – respondi.
- Então tá – ele disse.
- Então tá – eu disse.
- Beijos, tchau! – eu disse.
- Beijos, tchau! – ele disse.
Ligação encerrada.
Então me dei conta da espera, do tempo, das palavras e de tudo que dissemos um ao outro no dia anterior, me dei conta do que não tinha acontecido, ainda, e de tudo que “combinado” irá acontecer...
- Combinado...como assim? – pensei.
Depois pensei de novo, e de novo e...senti medo.
- Medo...como assim? Não deveria ter medo – pensei.
- Mas...como assim? Não há “certeza”...e toda possível mudança gera medo – pensei de novo.
Li em um slide que recebi do “meu amor”, assim me permitiu chamá-lo, que dizia que “sempre há uma nova chance”, um “novo amor”...entendo, tudo que é renovado é um novo “novo” – pensei.
Li em outro slide que falava sobre a “Lei da Atração” e afirmava que nós atraímos o que queremos e o que não queremos.
É...atrai o que não queria...a meses lido com uma situação que não quero em prol de uma situação que quero – pensei.
Silêncio...
Fiquei sem graça...porque senti que naquela ligação em específico não havia o que dizer, porquê?
As promessas já foram ditas, as situações explicadas, as desavenças expressadas, a angústia estampada, a esperança “doída” sobrevivi, tudo está explicadinho, dito, escrito e registrado, então...não falta nada, nem a espera, essa já tem sobrando, mas espera ai!!!
Cadê eu e você? – errado, isso também já tem.
Cadê nós? – espera ai! Hoje não. Amanhã.
- Então tá – ele disse.
- Então tá – eu disse.
- Beijos, tchau! – eu disse.
- Beijos, tchau! – ele disse.
Monólogo encerrado.
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