Dia 358 - Realidade, Controvérsias ou Divagações?

Será que, na verdade, sentimos mais saudade do que imaginamos?
Como pode poucos minutos significarem tanto?
Enquanto passamos dias e dias sem nos darmos conta do sentido da maioria das coisas, horas, minutos...
Acordar, tomar banho, café...
Almoçar, trabalhar, pegar condução, trânsito, trânsito...
E todos nós aqui, na condução, procurando uma distração, um minuto de paz em meio a multidão...
Todos nós, olhando pela janela, divagando em nossos pensamentos, sentimentos...
Entre problemas e soluções,
Entre prazer e lamento...
Entre cansaço e expectativas...
Enquanto a música que sai do fone de ouvido nos toca o coração...
Ou não?!
E o que deveria tocar nosso coração?
E o que deveria nos tocar?
E o que, de fato, deveria importar?
Quem?
Tem alguém?
Ter alguém?
Quem entrará?
Em nossos corações, nossa vida, nosso lar?
Quem se importa?
Quem se importará?
Estamos todos aqui...
Jogados de um lado para o outro, num sacolejar ininterrupto...
Desconsiderando os absurdos...
Um aqui, outro lá.
Ninando uma vida que, neste instante, tem que parar e esperar o próximo ponto chegar.
Graças a Deus a música!
Graças a Deus o fone de ouvido!
Será?!
Quem se importa?!
Quem se importará?!
Se estou aqui ou...
Se não estou lá.
E a saudade?
A que mencionei no início do texto?
Sei lá...
Já estou em outro contexto...
A vida está assim, um turbilhão de coisas ao mesmo tempo...
E o Nada.
Quem se importa?
Estamos todos aqui...
Ou Acolá...
Ou Sei lá...
Até o 'ponto' chegar e termos que saltar...
Nessa realidade controversa.


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