Dia 74 - Reflexo
Todos, alguma vez, criticamos alguém pelos seus "feitos", por acharmos que tal pessoa não se comportou ou agiu como deveria, dentro de nossos conceitos de "certo" e "errado".
Eu, muitas vezes, agi dessa forma, em minha arrogância, dizia que não faria aquilo, que achava um absurdo aquela pessoa não conseguir ser diferente, pois para mim, o que eu achava que deveria ser diferente era o óbvio. Mas o óbvio também pode ser relativo.
Meu pai foi a primeira pessoa da qual me dei conta desta situação, por anos o critiquei e julguei, claro que como filha e baseada no meu sofrimento, me sentia no direito de dizer e achar certas coisas, mas a vida se encarregou de provar que quanto mais eu queria ser diferente dele, mais parecida eu ficava. Meu orgulho me cegava. Foi então que o espelho se tornou maior e com ele nossos acertos e erros se tornaram cada vez mais aparentes.
E o tempo vai passando e outras pessoas fazem parte da nossa vida, e eis que me dou conta de que não é necessário sermos parentes para sermos parecidos.
Acredito que há atitudes comuns entre pessoas desconhecidas, por passarem por situações semelhantes.
Acredito também que podemos fazer escolhas diferentes em situações similares.
Acredito mais ainda, que a vida é sábia, e que podemos passar por situações parecidas e agir de formas parecidas e não nos darmos conta de que o "acaso" não é mera coincidência, mas uma oportunidade para olharmos no espelho.
Não sou sábia, santa, dona da verdade e nem psicóloga, sou aprendiz e observadora do que me cerca, por tentativa e erro tiro o máximo de aprendizado que consigo, neste mínimo de tempo que é nossa vida terrena. Mas como menos as vezes é mais, tenho um otimismo dentro de mim, que me leva adiante entre "erros" e "acertos", entre o desconhecido e o familiar, e vou seguindo...
Imagine você diante do espelho, do outro lado um mundo similar, paralelo. De um lado você, do outro um desconhecido, vocês se olham, tocam a si mesmo, sorriem, acham interessante estarem fazendo as mesmas coisas, sendo que são pessoas distintas. Mas uma resolve fazer uma careta e você, que achava isso muito feio, a faz também. Então percebe que, as vezes, não se dá conta de que a outra pessoa que está em sua frente também acha sua careta horrível. Assim aprendem que não são tão diferentes assim, assim aprender a entender o outro, a aceitar sua careta e seus gestos, assim aprendem que não estão isolados e que o reflexo de seus atos atingem tanto o outro como a si mesmo. Aprendendo a entender, a aceitar e a mudar...
Eu, muitas vezes, agi dessa forma, em minha arrogância, dizia que não faria aquilo, que achava um absurdo aquela pessoa não conseguir ser diferente, pois para mim, o que eu achava que deveria ser diferente era o óbvio. Mas o óbvio também pode ser relativo.
Meu pai foi a primeira pessoa da qual me dei conta desta situação, por anos o critiquei e julguei, claro que como filha e baseada no meu sofrimento, me sentia no direito de dizer e achar certas coisas, mas a vida se encarregou de provar que quanto mais eu queria ser diferente dele, mais parecida eu ficava. Meu orgulho me cegava. Foi então que o espelho se tornou maior e com ele nossos acertos e erros se tornaram cada vez mais aparentes.
E o tempo vai passando e outras pessoas fazem parte da nossa vida, e eis que me dou conta de que não é necessário sermos parentes para sermos parecidos.
Acredito que há atitudes comuns entre pessoas desconhecidas, por passarem por situações semelhantes.
Acredito também que podemos fazer escolhas diferentes em situações similares.
Acredito mais ainda, que a vida é sábia, e que podemos passar por situações parecidas e agir de formas parecidas e não nos darmos conta de que o "acaso" não é mera coincidência, mas uma oportunidade para olharmos no espelho.
Não sou sábia, santa, dona da verdade e nem psicóloga, sou aprendiz e observadora do que me cerca, por tentativa e erro tiro o máximo de aprendizado que consigo, neste mínimo de tempo que é nossa vida terrena. Mas como menos as vezes é mais, tenho um otimismo dentro de mim, que me leva adiante entre "erros" e "acertos", entre o desconhecido e o familiar, e vou seguindo...
Imagine você diante do espelho, do outro lado um mundo similar, paralelo. De um lado você, do outro um desconhecido, vocês se olham, tocam a si mesmo, sorriem, acham interessante estarem fazendo as mesmas coisas, sendo que são pessoas distintas. Mas uma resolve fazer uma careta e você, que achava isso muito feio, a faz também. Então percebe que, as vezes, não se dá conta de que a outra pessoa que está em sua frente também acha sua careta horrível. Assim aprendem que não são tão diferentes assim, assim aprender a entender o outro, a aceitar sua careta e seus gestos, assim aprendem que não estão isolados e que o reflexo de seus atos atingem tanto o outro como a si mesmo. Aprendendo a entender, a aceitar e a mudar...

Comentários
Gostei muito do seu post. Na verdade todos pensamos assim, agimos assim, julgamo-nos os donos da verdade.
E também acredito na lei do retorno. Se fazemos o bem recebemos o bem, se fazemos o mal, de algum modo vamos receber o mal.
Somos e recebemos o reflexo das nossas acções.
Um abraço
Um abraço
Mesmo quando falamos dos outros é de nós que falamos...o que dizemos dos outros é nosso reflexo...quer ver:
Alguém diz...Hitler foi um monstro horrivel...de quem está ele a falar?... A Geo é capaz de dizer " De Hitler obviamente"...mas se alguém disser Hitler é um grande lider, a história é mentirosa não houve nenhum holocausto...e eu perguntar de quem fala ele?... a Geo dirá "...não fala de Hitler mas dele próprio e ele é uma Besta!!!..."
Ora os dois falam mais deles próprios do que de Hitler...mas onde quero eu chegar com esta conversa!!!???...que é muito certo o seu post... que os outros e o modo como agimos com os outros é o nosso reflexo, que gostei muito do seu texto
Aproveito para agradecer a sua visita que gostava fosse mais frequente
Um Beijo
Vicente
Um beijo Vicente
Bom fim de semana, Geo.
Bjs